Neste sábado, 24, o programa Cooperativismo em Notícia vai destacar a importância do planejamento e como a atuação baseada em ordem e disciplina contribui para a sobrevivência e o desenvolvimento das corporações. Confira o plano estratégico desenhado pela FecoAgro, que foi construído com a participação de dez cooperativas associadas.

O programa também vai prestar uma homenagem a cooperativista Mário Lanznaster, presidente da Aurora Alimentos, que transformou a cooperativa na terceira maior agroindústria do país.

O programa é produzido pela equipe de comunicação da FecoAgro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados às 8h30, com reprises as terças-feiras às 13h30.

Neste sábado, 24, o programa Cooperativismo em Notícia vai destacar a importância do planejamento e como a atuação baseada em ordem e disciplina contribui para a sobrevivência e o desenvolvimento das corporações. Confira o plano estratégico desenhado pela FecoAgro, que foi construído com a participação de dez cooperativas associadas.

O programa também vai prestar uma homenagem a cooperativista Mário Lanznaster, presidente da Aurora Alimentos, que transformou a cooperativa na terceira maior agroindústria do país.

O programa é produzido pela equipe de comunicação da FecoAgro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados às 8h30, com reprises as terças-feiras às 13h30.


Fonte Canal Rural

Os preços do boi gordo voltaram a subir nesta sexta-feira, 23, em todas as regiões de produção e comercialização do país. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a nova rodada de alta nos preços ocorreu por conta da oferta muito restrita, principalmente de animais que cumprem os requisitos para exportação à China. “Não há indícios de alteração consistente na curva, com todos os fatores apontando o contrário”, diz o analista.

“A demanda doméstica também vai exercer um papel relevante durante o último bimestre, avaliando a entrada do 13º salário, abono de férias e outras bonificações como motivador do consumo. Importante destacar que esse consumo será inferior em relação a anos anteriores, no entanto, será o auge da demanda para este complicado ano de 2020”, assinala Iglesias.

Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 271 a arroba, ante R$ 269 – R$ 270 na quarta-feira. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços ficaram em R$ 265 a arroba, contra R$ 264. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, os valores chegaram a R$ 263 a arroba, contra R$ 261 a arroba. Em Goiânia, Goiás, a cotação bateu R$ 260, ante R$ 254 – R$ 255. Já em Cuiabá, no Mato Grosso, o preço ficou em R$ 251 a arroba, ante R$ 249.

No mercado atacadista, os preços da carne bovina também subiram. De acordo com Iglesias, o indicativo é de aumentos mais agressivos na primeira quinzena de novembro, período que contará com a entrada da massa salarial na economia como elemento motivador da reposição entre atacado e varejo. “Com o final do ano, pico do consumo, se aproximando, restará saber qual será a capacidade do consumidor médio de absorver tantos reajustes”, pontua Iglesias.

Com isso, o corte traseiro subiu de R$ 19,50 o quilo para R$ 19,60 o quilo. O corte dianteiro passou de R$ 14,35 o quilo para R$ 14,40 o quilo, e a ponta de agulha subiu cinco centavos, indo a R$ 14,35 por quilo.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.

Os preços do boi gordo voltaram a subir nesta sexta-feira, 23, em todas as regiões de produção e comercialização do país. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a nova rodada de alta nos preços ocorreu por conta da oferta muito restrita, principalmente de animais que cumprem os requisitos para exportação à China. “Não há indícios de alteração consistente na curva, com todos os fatores apontando o contrário”, diz o analista.

“A demanda doméstica também vai exercer um papel relevante durante o último bimestre, avaliando a entrada do 13º salário, abono de férias e outras bonificações como motivador do consumo. Importante destacar que esse consumo será inferior em relação a anos anteriores, no entanto, será o auge da demanda para este complicado ano de 2020”, assinala Iglesias.

Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 271 a arroba, ante R$ 269 – R$ 270 na quarta-feira. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços ficaram em R$ 265 a arroba, contra R$ 264. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, os valores chegaram a R$ 263 a arroba, contra R$ 261 a arroba. Em Goiânia, Goiás, a cotação bateu R$ 260, ante R$ 254 – R$ 255. Já em Cuiabá, no Mato Grosso, o preço ficou em R$ 251 a arroba, ante R$ 249.

No mercado atacadista, os preços da carne bovina também subiram. De acordo com Iglesias, o indicativo é de aumentos mais agressivos na primeira quinzena de novembro, período que contará com a entrada da massa salarial na economia como elemento motivador da reposição entre atacado e varejo. “Com o final do ano, pico do consumo, se aproximando, restará saber qual será a capacidade do consumidor médio de absorver tantos reajustes”, pontua Iglesias.

Com isso, o corte traseiro subiu de R$ 19,50 o quilo para R$ 19,60 o quilo. O corte dianteiro passou de R$ 14,35 o quilo para R$ 14,40 o quilo, e a ponta de agulha subiu cinco centavos, indo a R$ 14,35 por quilo.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.


Fonte Canal Rural

A projeção da consultoria indica um aumento no custo médio de produção na ordem de 13,2% no na região Sul

Por Canal Rural

A lucratividade deverá seguir elevada em 2020/2021 para a maior parte das culturas de grãos. Para a soja, principal cultura agrícola do Brasil, a projeção para 2020/2021 é de um aumento de 13,2% no custo médio de produção na região Sul e de 8% na região do Cerrado. A receita bruta da soja na região Sul em 2020/2021 deverá crescer 10,7% e no Cerrado, 13,3% em relação à safra 2019/2020 com margens líquidas recordes em todas as regiões produtoras.

Segundo análise da essas diferenças se devem aos seguintes fatores maior volume de vendas antecipadas de soja pelos sojicultores e compras de insumos mais adiantadas na região do Cerrado em relação ao Sul do País. A margem EBITDA estimada para a safra de soja 2020/2021 deverá crescer, em ambas as regiões, projetada em 62,8% no Sul e em 47,8% no Cerrado, ante 60,8% e 43,0% registrados, respectivamente, na safra 2019/2020.

Para a safra 2020/2021, os preços aos produtores são projetados com base nas vendas antecipadas à colheita, operações de hedge nas bolsas de futuros e/ou operações barter (troca de insumos contra entrega em produto) e nos preços futuros atualmente praticados nas bolsas internacionais para os contratos com vencimentos entre janeiro e dezembro de 2021.

Veja mais dados no relatório completo da Cogo – Inteligência em Agronegócio!

 

A projeção da consultoria indica um aumento no custo médio de produção na ordem de 13,2% no na região Sul

Por Canal Rural

A lucratividade deverá seguir elevada em 2020/2021 para a maior parte das culturas de grãos. Para a soja, principal cultura agrícola do Brasil, a projeção para 2020/2021 é de um aumento de 13,2% no custo médio de produção na região Sul e de 8% na região do Cerrado. A receita bruta da soja na região Sul em 2020/2021 deverá crescer 10,7% e no Cerrado, 13,3% em relação à safra 2019/2020 com margens líquidas recordes em todas as regiões produtoras.

Segundo análise da essas diferenças se devem aos seguintes fatores maior volume de vendas antecipadas de soja pelos sojicultores e compras de insumos mais adiantadas na região do Cerrado em relação ao Sul do País. A margem EBITDA estimada para a safra de soja 2020/2021 deverá crescer, em ambas as regiões, projetada em 62,8% no Sul e em 47,8% no Cerrado, ante 60,8% e 43,0% registrados, respectivamente, na safra 2019/2020.

Para a safra 2020/2021, os preços aos produtores são projetados com base nas vendas antecipadas à colheita, operações de hedge nas bolsas de futuros e/ou operações barter (troca de insumos contra entrega em produto) e nos preços futuros atualmente praticados nas bolsas internacionais para os contratos com vencimentos entre janeiro e dezembro de 2021.

Veja mais dados no relatório completo da Cogo – Inteligência em Agronegócio!

 


Fonte Canal Rural

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário em 2020, de 1,6% para 1,9%. Para o ano de 2021, o Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea reduziu a projeção de crescimento do PIB Agropecuário, de uma elevação de 2,4% para 2,1%.

Para o comentarista Alexandre Garcia, os números comprovam a força do setor e a importância do campo em um momento de crise. Para ele, no entanto, é preciso ficar atento à 2021, um ano que promete ser muito duro quando se fala em ajustes fiscais.

“A conta começará a ser paga no ano que vem. Nesse ano fizemos uma legislação de emergência com o dinheiro público, que apareceu, mas a conta tem que ser paga. Foi além dos limites porque o Congresso autorizou isso  e Esse é o grande desafio da comissão de orçamento. Tem que haver cortes e não haverá saída. A pergunta que podemos fazer é: vai atingir Embrapa? Pesquisas? Sanidade? Seguros?  A resposta é que ainda não se sabe”, disse.

Para Garcia, compete à mobilização dos representantes do setor na Câmara e no Senado para que o agro, “que tanto contribui para o PIB brasileiro não seja tão atingido pelos cortes que serão feitos”.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário em 2020, de 1,6% para 1,9%. Para o ano de 2021, o Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea reduziu a projeção de crescimento do PIB Agropecuário, de uma elevação de 2,4% para 2,1%.

Para o comentarista Alexandre Garcia, os números comprovam a força do setor e a importância do campo em um momento de crise. Para ele, no entanto, é preciso ficar atento à 2021, um ano que promete ser muito duro quando se fala em ajustes fiscais.

“A conta começará a ser paga no ano que vem. Nesse ano fizemos uma legislação de emergência com o dinheiro público, que apareceu, mas a conta tem que ser paga. Foi além dos limites porque o Congresso autorizou isso  e Esse é o grande desafio da comissão de orçamento. Tem que haver cortes e não haverá saída. A pergunta que podemos fazer é: vai atingir Embrapa? Pesquisas? Sanidade? Seguros?  A resposta é que ainda não se sabe”, disse.

Para Garcia, compete à mobilização dos representantes do setor na Câmara e no Senado para que o agro, “que tanto contribui para o PIB brasileiro não seja tão atingido pelos cortes que serão feitos”.


Fonte Canal Rural

Corredor de umidade vindo do Sudeste até a região Norte deve ampliar a ocorrência de chuvas em vários ponto do país

A Somar Meteorologia alerta para a formação de um ciclone subtropical que pode ocorrer neste fim de semana, favorecendo a ocorrência de chuvas generalizadas. A expectativa é que o fenômeno tenha formação na costa do Sudeste do Brasil, próximo ao Rio de Janeiro e Espírito Santo, provocando ventos de 50 a 80 quilômetros por hora.

“Já tivemos bons acumulados em Minas Gerais e Espírito Santo, que são regiões que teremos chuvas mais expressivas por causa do ciclone. Em Teófilo Otoni, choveu mais de 140 milímetros em três dias”, disse a meteorologista Desirée Brandt.

Nos próximos dias, por causa deste ciclone no mar, são esperado mais de 100 milímetros no Espírito Santo e leste de Minas. “A chuva é bem-vinda, mas nessa quantidade pode trazer risco de erosão para as lavouras de café nessas regiões. Além disso, esse fenômeno acaba formando um corredor de umidade desde a costa do Sudeste até a região Norte, gerando mais de 70 milímetros de chuvas também em Goiás, entre os dias 24 e 28 de outubro”, disse.

No Nordeste, são esperados de 30 a 40 milímetros de chuva no sul e oeste da Bahia. Já na região Sul, também dos dias 24 a 28, são esperados 30 milímetros no sudoeste do Rio Grande do Sul e no centro e oeste do Paraná. Para Santa Catarina, são esperados apenas 15 milímetros neste período.

Segundo Desirée, a chuva no Rio Grande do Sul é satisfatória, mas dura pouco. “Depois vem uma onda de frio. A temperatura mínima é de 9 graus no extremo sul e, dos dias 29 de outubro a 2 de novembro, teremos o frio se espalhando pelo estado”, disse.

No Centro-Oeste, a presença da chuva cresce gradualmente nos próximos dias. Em Mato Grosso, são esperados 30 milímetros em algumas regiões de 24 a 28 de outubro. Depois, de 29 a 2 de novembro, algumas regiões receberão 50 milímetros e, até 7 de novembro, a chuva continua a se espalhar pela região.

Corredor de umidade vindo do Sudeste até a região Norte deve ampliar a ocorrência de chuvas em vários ponto do país

A Somar Meteorologia alerta para a formação de um ciclone subtropical que pode ocorrer neste fim de semana, favorecendo a ocorrência de chuvas generalizadas. A expectativa é que o fenômeno tenha formação na costa do Sudeste do Brasil, próximo ao Rio de Janeiro e Espírito Santo, provocando ventos de 50 a 80 quilômetros por hora.

“Já tivemos bons acumulados em Minas Gerais e Espírito Santo, que são regiões que teremos chuvas mais expressivas por causa do ciclone. Em Teófilo Otoni, choveu mais de 140 milímetros em três dias”, disse a meteorologista Desirée Brandt.

Nos próximos dias, por causa deste ciclone no mar, são esperado mais de 100 milímetros no Espírito Santo e leste de Minas. “A chuva é bem-vinda, mas nessa quantidade pode trazer risco de erosão para as lavouras de café nessas regiões. Além disso, esse fenômeno acaba formando um corredor de umidade desde a costa do Sudeste até a região Norte, gerando mais de 70 milímetros de chuvas também em Goiás, entre os dias 24 e 28 de outubro”, disse.

No Nordeste, são esperados de 30 a 40 milímetros de chuva no sul e oeste da Bahia. Já na região Sul, também dos dias 24 a 28, são esperados 30 milímetros no sudoeste do Rio Grande do Sul e no centro e oeste do Paraná. Para Santa Catarina, são esperados apenas 15 milímetros neste período.

Segundo Desirée, a chuva no Rio Grande do Sul é satisfatória, mas dura pouco. “Depois vem uma onda de frio. A temperatura mínima é de 9 graus no extremo sul e, dos dias 29 de outubro a 2 de novembro, teremos o frio se espalhando pelo estado”, disse.

No Centro-Oeste, a presença da chuva cresce gradualmente nos próximos dias. Em Mato Grosso, são esperados 30 milímetros em algumas regiões de 24 a 28 de outubro. Depois, de 29 a 2 de novembro, algumas regiões receberão 50 milímetros e, até 7 de novembro, a chuva continua a se espalhar pela região.


Fonte Canal Rural

Sem oferta, os agentes seguem distantes do mercado e os preços não cedem, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia travado de negócios. Sem oferta, os agentes seguem distantes, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio, aproveitando o retorno das chuvas em algumas regiões.

Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos, acompanhando a valorização de Chicago, onde novembro superou US$ 10,80 por bushel.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 169. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 167. No porto de Rio Grande, o preço ficou em R$ 166,50. Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 170 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 155. Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 173. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 166 para R$ 170. Em Rio Verde (GO), a saca ficou aumentou de R$ 167 para R$ 170.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 23, com preços mais altos. Em dia muito volátil, o mercado buscou consolidação. Ao final da sessão, a demanda aquecida nos Estados Unidos, a preocupação com o plantio no Brasil e o desempenho positivo do milho e do trigo sustentaram a oleaginosa.

Com a valorização de hoje, a alta semanal chegou a 3,08%. Durante a semana, os contratos atingiram o maior valor em quatro anos.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10 centavos de dólar por libra-peso ou 0,93% a US$ 10,83 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,81 por bushel, com ganho de 8,75 centavos ou 10,81%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4 ou 1,04% US$ 386,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,11 centavos de dólar, alta de 0,42 centavo ou 1,24%.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.

Sem oferta, os agentes seguem distantes do mercado e os preços não cedem, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia travado de negócios. Sem oferta, os agentes seguem distantes, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio, aproveitando o retorno das chuvas em algumas regiões.

Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos, acompanhando a valorização de Chicago, onde novembro superou US$ 10,80 por bushel.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 169. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 167. No porto de Rio Grande, o preço ficou em R$ 166,50. Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 170 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 155. Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 173. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 166 para R$ 170. Em Rio Verde (GO), a saca ficou aumentou de R$ 167 para R$ 170.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 23, com preços mais altos. Em dia muito volátil, o mercado buscou consolidação. Ao final da sessão, a demanda aquecida nos Estados Unidos, a preocupação com o plantio no Brasil e o desempenho positivo do milho e do trigo sustentaram a oleaginosa.

Com a valorização de hoje, a alta semanal chegou a 3,08%. Durante a semana, os contratos atingiram o maior valor em quatro anos.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10 centavos de dólar por libra-peso ou 0,93% a US$ 10,83 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,81 por bushel, com ganho de 8,75 centavos ou 10,81%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4 ou 1,04% US$ 386,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,11 centavos de dólar, alta de 0,42 centavo ou 1,24%.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.


Fonte Canal Rural

Prejuízos somam mais de R$ 5 milhões e envolvem danos em colheitadeiras novas e até um avião. Seca também é um problema no mesmo município e áreas serão replantadas

Por Pedro Silvestre, de Cuiabá (MT)

Intempéries climáticas estão castigando o município de Campo Novo do Parecis, região oeste de Mato Grosso, neste início de safra de soja 2020/2021. Além das já bastante comentadas estiagens prolongadas, que provocam atrasos significativos na semeadura, perdas e replantio nas, as chuvas também trazer dor de cabeça. Uma delas, destruiu a sede de uma fazenda, casas de funcionários, maquinários e até um hangar, deixando prejuízos milionários aos agricultores.

Em uma propriedade do município, a tempestade de vento destruiu um barracão, derrubando destroços do telhado, vigas das paredes e dos elevadores de silos em cima de caminhões e colheitadeiras novas.

Já na fazenda de Almir Tozzo, também em Campo Novo do Parecis, o rastro de destruição comprometeu um hangar, parte da sede e até um avião. Um prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões.

“Tivemos rajadas de ventos muito fortes, de mais de cem quilômetros por hora. Atingiram a sede da propriedade e causou vários danos. Também afetou casas de funcionários, barracões, hangar e fazer o que. Vamos tocar pra frente e não vamos desanimar”, afirma Tozzo.

As chuvas de mais de 50 mm, que caíram na propriedade de Tozzo, não serviram para trazer a umidade que o solo necessitava para término do plantio dos 4,7 mil hectares, mas acabou afetando um pouco o estande de parte das áreas já semeadas.

“Os ventos e a chuva forte danificaram as plantas que já estavam emergidas. O tempo agora voltou a secar, atrasando o plantio da soja. Estamos preocupados que vai atrasar a safrinha também, mas vamos esperar que a chuva venha para todos e que ela se normalize”, diz Tozzo.

Segundo o presidente do Sindicato Rural, Jonas Marcelo, o município está vivendo um início de plantio bem adverso, onde parte das áreas ganharam algumas chuvas e os produtores arriscaram plantar e outra que não receberam nada.

“Estes que arriscaram plantar estão sem receber chuvas também. Plantio bem atrasado na nossa região. Algumas propriedades, além de tudo sofreram com chuvas intensas, localizadas, com ventos muito fortes.. Está sendo um ano bem complicado para os produtores, muitas áreas terão que replantar a soja”, diz Marcelo.

Esse replantio, citado acima, já é uma realidade na propriedade de Heitor Walmor Gross. Ele até já comprou 14 bags de sementes a mais, para fazer a reposição nos 250 hectares prejudicados pelo estresse hídrico. Uma parte das sementes desta área nem chegou a germinar e, na que conseguiu emergir, foi duramente castigada e já está sendo dessecada para receber o replantio.

“Aqui a soja foi plantada no dia 4 de outubro, e está tudo ruim; Não tem condições, vamos ter que fazer o replantio, vou ter que eliminar essa soja para fazer o replantio, senão ficará pior. Já tem lagarta elasmo na folha, inclusive. Então vamos ter que eliminar isso e fazer um replantio. E isso acontece em toda a região, não é só aqui, não. Tem gente que vai replantar até três mil hectares”, afirma Gross.

Prejuízos somam mais de R$ 5 milhões e envolvem danos em colheitadeiras novas e até um avião. Seca também é um problema no mesmo município e áreas serão replantadas

Por Pedro Silvestre, de Cuiabá (MT)

Intempéries climáticas estão castigando o município de Campo Novo do Parecis, região oeste de Mato Grosso, neste início de safra de soja 2020/2021. Além das já bastante comentadas estiagens prolongadas, que provocam atrasos significativos na semeadura, perdas e replantio nas, as chuvas também trazer dor de cabeça. Uma delas, destruiu a sede de uma fazenda, casas de funcionários, maquinários e até um hangar, deixando prejuízos milionários aos agricultores.

Em uma propriedade do município, a tempestade de vento destruiu um barracão, derrubando destroços do telhado, vigas das paredes e dos elevadores de silos em cima de caminhões e colheitadeiras novas.

Já na fazenda de Almir Tozzo, também em Campo Novo do Parecis, o rastro de destruição comprometeu um hangar, parte da sede e até um avião. Um prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões.

“Tivemos rajadas de ventos muito fortes, de mais de cem quilômetros por hora. Atingiram a sede da propriedade e causou vários danos. Também afetou casas de funcionários, barracões, hangar e fazer o que. Vamos tocar pra frente e não vamos desanimar”, afirma Tozzo.

As chuvas de mais de 50 mm, que caíram na propriedade de Tozzo, não serviram para trazer a umidade que o solo necessitava para término do plantio dos 4,7 mil hectares, mas acabou afetando um pouco o estande de parte das áreas já semeadas.

“Os ventos e a chuva forte danificaram as plantas que já estavam emergidas. O tempo agora voltou a secar, atrasando o plantio da soja. Estamos preocupados que vai atrasar a safrinha também, mas vamos esperar que a chuva venha para todos e que ela se normalize”, diz Tozzo.

Segundo o presidente do Sindicato Rural, Jonas Marcelo, o município está vivendo um início de plantio bem adverso, onde parte das áreas ganharam algumas chuvas e os produtores arriscaram plantar e outra que não receberam nada.

“Estes que arriscaram plantar estão sem receber chuvas também. Plantio bem atrasado na nossa região. Algumas propriedades, além de tudo sofreram com chuvas intensas, localizadas, com ventos muito fortes.. Está sendo um ano bem complicado para os produtores, muitas áreas terão que replantar a soja”, diz Marcelo.

Esse replantio, citado acima, já é uma realidade na propriedade de Heitor Walmor Gross. Ele até já comprou 14 bags de sementes a mais, para fazer a reposição nos 250 hectares prejudicados pelo estresse hídrico. Uma parte das sementes desta área nem chegou a germinar e, na que conseguiu emergir, foi duramente castigada e já está sendo dessecada para receber o replantio.

“Aqui a soja foi plantada no dia 4 de outubro, e está tudo ruim; Não tem condições, vamos ter que fazer o replantio, vou ter que eliminar essa soja para fazer o replantio, senão ficará pior. Já tem lagarta elasmo na folha, inclusive. Então vamos ter que eliminar isso e fazer um replantio. E isso acontece em toda a região, não é só aqui, não. Tem gente que vai replantar até três mil hectares”, afirma Gross.


Fonte Canal Rural

Aconteceu nesta sexta-feira, 23, em São Paulo, de forma parcialmente remota, a nona edição do Lide Agronegócios que abordou temas importantes para o setor como segurança alimentar, carga tributária, infraestrutura e a imagem do Brasil no exterior.

No primeiro painel, o tema foi a segurança dos alimentos no mercado interno e externo. Analistas projetam que se a China recuperar toda a produção nacional de suínos entre 2022 e 2023, como é previsto, os chineses devem aumentar a demanda.

Segundo Alexandre Mendonça Barros, sócio-consultor da MB Agro, a China já comprou a safra de 2021 e 2022. “Eu Já tive consulta para a safra 2023. Eu nunca vi isso na minha vida”, contou.

O impacto do preço da soja e do milho no mercado interno também foi um dos temas discutidos no fórum. De acordo com especialistas, é preciso encontrar novos parceiros e aumentar a exportação de proteína animal.

“Enquanto a soja representar para o Brasil US$ 35 bilhões em exportação e os três tipos de carne somarem apenas uS$ 16 bilhões, não podemos ser apenas um vendedor de grão ou rações, precisamos aumentar a competitividade de valores adicionados”, afirma o professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), Marcos Jank.

A pauta tributação e insegurança foi discutida no segundo painel e a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) criticou a reforma tributária proposta e deu alguns exemplos de impacto que o projeto causaria no agronegócio.

Sobre o assunto, o Presidente do Instituto CNA, Robert Brant, comentou que mais de 5 milhões de produtores do país são pessoa física e serão os mais prejudicados. “O produtor rural acima de R$ 200 mil vai ter que trocar o agrônomo pelo contator. Isso é uma desorganização em escala inimaginável em um país que boa parte das propriedades não estão nem conectadas”, disse.

“Como um produtor de soja que vende para uma trading vai conseguir pagar 25% de imposto? Isso vai ser uma mutilação das margens. Como pode um vestido de grife e um litro de leite ter a mesma tributação?”, questiona Brant.

Logística, conectividade e a importância de aumentar a oferta de energias renováveis, principalmente a fotovoltaica foram os principais temas do painel que abordou a infraestrutura no agro brasileiro.

No quarto e último painel, o tema foi a imagem do agronegócio no exterior e a importância de mostrar o país como fornecedor sustentável de alimentos e bioenergias. “Boa parte dos problemas de imagem nós mesmos criamos. Não podemos aceitar esse rótulo que colocam em nosso país. É fundamental informar, principalmente os jovens. Passar a imagem correta de um país que produz com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente”, completa  Marcos Fava Neves, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

Aconteceu nesta sexta-feira, 23, em São Paulo, de forma parcialmente remota, a nona edição do Lide Agronegócios que abordou temas importantes para o setor como segurança alimentar, carga tributária, infraestrutura e a imagem do Brasil no exterior.

No primeiro painel, o tema foi a segurança dos alimentos no mercado interno e externo. Analistas projetam que se a China recuperar toda a produção nacional de suínos entre 2022 e 2023, como é previsto, os chineses devem aumentar a demanda.

Segundo Alexandre Mendonça Barros, sócio-consultor da MB Agro, a China já comprou a safra de 2021 e 2022. “Eu Já tive consulta para a safra 2023. Eu nunca vi isso na minha vida”, contou.

O impacto do preço da soja e do milho no mercado interno também foi um dos temas discutidos no fórum. De acordo com especialistas, é preciso encontrar novos parceiros e aumentar a exportação de proteína animal.

“Enquanto a soja representar para o Brasil US$ 35 bilhões em exportação e os três tipos de carne somarem apenas uS$ 16 bilhões, não podemos ser apenas um vendedor de grão ou rações, precisamos aumentar a competitividade de valores adicionados”, afirma o professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), Marcos Jank.

A pauta tributação e insegurança foi discutida no segundo painel e a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) criticou a reforma tributária proposta e deu alguns exemplos de impacto que o projeto causaria no agronegócio.

Sobre o assunto, o Presidente do Instituto CNA, Robert Brant, comentou que mais de 5 milhões de produtores do país são pessoa física e serão os mais prejudicados. “O produtor rural acima de R$ 200 mil vai ter que trocar o agrônomo pelo contator. Isso é uma desorganização em escala inimaginável em um país que boa parte das propriedades não estão nem conectadas”, disse.

“Como um produtor de soja que vende para uma trading vai conseguir pagar 25% de imposto? Isso vai ser uma mutilação das margens. Como pode um vestido de grife e um litro de leite ter a mesma tributação?”, questiona Brant.

Logística, conectividade e a importância de aumentar a oferta de energias renováveis, principalmente a fotovoltaica foram os principais temas do painel que abordou a infraestrutura no agro brasileiro.

No quarto e último painel, o tema foi a imagem do agronegócio no exterior e a importância de mostrar o país como fornecedor sustentável de alimentos e bioenergias. “Boa parte dos problemas de imagem nós mesmos criamos. Não podemos aceitar esse rótulo que colocam em nosso país. É fundamental informar, principalmente os jovens. Passar a imagem correta de um país que produz com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente”, completa  Marcos Fava Neves, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.


Fonte Canal Rural

A cotação do café na bolsa de Nova York caiu mais de 1% por conta da previsão de chuvas em áreas produtoras. O vencimento para dezembro de 2020, o contrato mais líquido, recuou 110 pontos, mais de 1% a U$ 1,05 por libra-peso.

O mercado do grão seguiu fatores técnicos, devolvendo parte dos ganhos da sessão anterior. A previsão de chuvas nas regiões produtoras brasileiras também contribuiu para pressionar os preços.

De acordo com o boletim da Somar Meteorologia, as chuvas vão atingir o sudeste do Brasil neste fim de semana. A combinação entre calor, umidade e instabilidades na atmosfera mantém a condição para chuva em boa parte da região, que deve ocorrer com maior intensidade no norte do Espírito Santo, Norte Paulista e triângulo mineiro.

O analista de mercado da StoneX, Fernando Maximiliano, afirma que “o Brasil está caminhando para um ano de produção menor e, nesse contexto, todas as áreas produtoras sofreram muito com o clima seco em setembro e começo de outubro, e agora a expectativa está no retorno das chuvas”.

Entretanto, ainda é muito cedo para quantificar o tamanho do dano causado nas lavouras produtoras de café.

A cotação do café na bolsa de Nova York caiu mais de 1% por conta da previsão de chuvas em áreas produtoras. O vencimento para dezembro de 2020, o contrato mais líquido, recuou 110 pontos, mais de 1% a U$ 1,05 por libra-peso.

O mercado do grão seguiu fatores técnicos, devolvendo parte dos ganhos da sessão anterior. A previsão de chuvas nas regiões produtoras brasileiras também contribuiu para pressionar os preços.

De acordo com o boletim da Somar Meteorologia, as chuvas vão atingir o sudeste do Brasil neste fim de semana. A combinação entre calor, umidade e instabilidades na atmosfera mantém a condição para chuva em boa parte da região, que deve ocorrer com maior intensidade no norte do Espírito Santo, Norte Paulista e triângulo mineiro.

O analista de mercado da StoneX, Fernando Maximiliano, afirma que “o Brasil está caminhando para um ano de produção menor e, nesse contexto, todas as áreas produtoras sofreram muito com o clima seco em setembro e começo de outubro, e agora a expectativa está no retorno das chuvas”.

Entretanto, ainda é muito cedo para quantificar o tamanho do dano causado nas lavouras produtoras de café.


Fonte Canal Rural

O mercado brasileiro de milho teve uma sexta-feira, 23 de maior tranquilidade e de preços estáveis. Após dias consecutivos de altas nas cotações, a semana encerrou com um tom mais calmo e sem maiores alterações nos valores nas principais praças. No entanto, o mercado segue sustentado por uma oferta ajustada à demanda.

No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 79,50/81 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), o valor chegou aR$ 78,50/80 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 72/73 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço foi de R$ 78/80 na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$ 82/83,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 78/80 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, o valor chegou a R$ 70/71 a saca em Uberlândia. Em Goiás, o preço esteve em R$ 71,50 – R$ 72 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, o preço foi de R$ 67/70 a saca em Rondonópolis.

O mercado brasileiro de milho teve uma sexta-feira, 23 de maior tranquilidade e de preços estáveis. Após dias consecutivos de altas nas cotações, a semana encerrou com um tom mais calmo e sem maiores alterações nos valores nas principais praças. No entanto, o mercado segue sustentado por uma oferta ajustada à demanda.

No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 79,50/81 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), o valor chegou aR$ 78,50/80 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 72/73 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço foi de R$ 78/80 na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$ 82/83,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 78/80 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, o valor chegou a R$ 70/71 a saca em Uberlândia. Em Goiás, o preço esteve em R$ 71,50 – R$ 72 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, o preço foi de R$ 67/70 a saca em Rondonópolis.


Fonte Canal Rural