23 Outubro 2020

Soja: preços domésticos acompanham valorização em Chicago; em algumas praças, valor chega a R$ 173 a saca

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Sem oferta, os agentes seguem distantes do mercado e os preços não cedem, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia travado de negócios. Sem oferta, os agentes seguem distantes, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio, aproveitando o retorno das chuvas em algumas regiões.

Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos, acompanhando a valorização de Chicago, onde novembro superou US$ 10,80 por bushel.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 169. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 167. No porto de Rio Grande, o preço ficou em R$ 166,50. Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 170 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 155. Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 173. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 166 para R$ 170. Em Rio Verde (GO), a saca ficou aumentou de R$ 167 para R$ 170.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 23, com preços mais altos. Em dia muito volátil, o mercado buscou consolidação. Ao final da sessão, a demanda aquecida nos Estados Unidos, a preocupação com o plantio no Brasil e o desempenho positivo do milho e do trigo sustentaram a oleaginosa.

Com a valorização de hoje, a alta semanal chegou a 3,08%. Durante a semana, os contratos atingiram o maior valor em quatro anos.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10 centavos de dólar por libra-peso ou 0,93% a US$ 10,83 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,81 por bushel, com ganho de 8,75 centavos ou 10,81%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4 ou 1,04% US$ 386,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,11 centavos de dólar, alta de 0,42 centavo ou 1,24%.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.

Sem oferta, os agentes seguem distantes do mercado e os preços não cedem, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia travado de negócios. Sem oferta, os agentes seguem distantes, com o produtor priorizando os trabalhos de plantio, aproveitando o retorno das chuvas em algumas regiões.

Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos, acompanhando a valorização de Chicago, onde novembro superou US$ 10,80 por bushel.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 169. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 167. No porto de Rio Grande, o preço ficou em R$ 166,50. Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 170 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 155. Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 173. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 166 para R$ 170. Em Rio Verde (GO), a saca ficou aumentou de R$ 167 para R$ 170.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira, 23, com preços mais altos. Em dia muito volátil, o mercado buscou consolidação. Ao final da sessão, a demanda aquecida nos Estados Unidos, a preocupação com o plantio no Brasil e o desempenho positivo do milho e do trigo sustentaram a oleaginosa.

Com a valorização de hoje, a alta semanal chegou a 3,08%. Durante a semana, os contratos atingiram o maior valor em quatro anos.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10 centavos de dólar por libra-peso ou 0,93% a US$ 10,83 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,81 por bushel, com ganho de 8,75 centavos ou 10,81%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4 ou 1,04% US$ 386,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 34,11 centavos de dólar, alta de 0,42 centavo ou 1,24%.

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,64%, sendo negociado a R$ 5,6310 para venda e a R$ 5,6290 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5660 e a máxima de R$ 5,6350. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,25%.


Fonte Canal Rural

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